quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Ouvidos do mundo inteiro: uni-vos contra os celulares!
Gosto de planejar minha vida, hábito que se tornou uma mania, dessas que a pepsicologia e a pepsiquiatria (são como refrigerantes que, no início, estão cheios de gás, mas, no fim, não passam de água com açúcar) chama de compulsivo-obsessiva-bipolar-etc. Mas, como as faculdade de Administração de empresas ensinam e só ensinam isso, administrar é "planejar, organizar, dirigir e controlar", embora não ensinem a pensar. Se o fizessem, chegariam à conclusão que planejar é imaginar o futuro e, por isso, me sinto mais à vontade para defender minha mania de planejar tudo: eu gosto é de imaginar, antes que as coisas aconteçam. Agora, não consigo planejar (imaginar) minha vida com um celular (tamagochi para adultos). Eu até compraria um se não viesse com tantos penduricalhos: tela colorida, toques polifônicos, câmera, games, ect. Eu só preciso de um telefone que receba e faça ligações, tenha teclas (numéricas bastam) e, no máximo tenha uma bina ou, talvez, nem isso.
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