domingo, 30 de março de 2008

Creacionismo ou evolucionismo? Os dois ou nenhum.


Tenho presente que a busca da verdade repousa em uma média entre as opiniões alheias। Assim, há uma lacuna em como explicar o surgimento do universo – ele surgiu de uma mutação? De outra parte, as pessoas ligadas a esta questão não se deram conta ainda de que não há nada físico que possamos chamar de “espécie”! Ter o mesmo número de cromossomos na célula, os ratos brancos e o macaco rhesus têm o mesmo número। Seres que se reproduzem entre si e que originam descendentes férteis? Sim, mas o que há de comum entre estes seres, exceto que são muito parecidos? E “parecidos”, o que significa? Diferentes, com alguma característica... parecida. Se víssemos duas galáxias se fundindo de um modo que uma se encaixa na outra, diríamos que elas são da mesma espécie? Dizer que o sexo é algo planejado é ir contra a teoria da evolução: quantas bactérias não fracassaram em tentar injetar seu RNA ou Dna em outras? Foi acidental o surgimento do sexo.


Além disso, nós “humanos” que temos uma forma p-a-r-e-c-i-d-a saímos de uma mesma fôrma? Devemos repensar a teoria da evolução sem espécies.
A grande prova da teoria da evolução não será, em nosso humilde entendimento, um olhar para o passado, mas para frente: sabemos de cruzamentos com espécies diferentes em laboratório. Eu, por exemplo, gostaria de ter quatro braços. Se for possível criar novas espécies, é porque é possível que elas sejam criadas naturalmente.

Um comentário:

Anônimo disse...

Assim, há uma lacuna em como explicar o surgimento do universo
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partindo do princípio que o universo teve início, sim, há uma lacuna.

Agora, se vc deseja 4 braços é pq sequer usar seus 2 sabe direito, talvez conter instintos leve as pessoas a se desejarem mais do q sequer sabem que já o são. :)

E poder ou não poder criar espécies em labs não significa que estas espécies estarão em harmonia com o "todo". A própria idéia de mutações para evolução passa por isso. Para cada mutação que se torna um ato evolutivo, milhões inúteis ocorrem. Agora, vendo o histórico de intervenção humana nos processos, ainda super desconhecidos, da natureza/ecologia e sua parada todas, fico na reserva em relação a desejos faustianos de upgrades caprichosos no corpo, a parte do ser humana que é "inconsciente" à razão. (natural até, o corpo e o sistema parassimpático de um lado, e a razão e o sistema simpático do outro... e no meio do caminho entre os dois, via o nervo vagus, há o coração. ;)