domingo, 23 de março de 2008

Educação: parte 2

Diante de tanta teoria ou terroria que acumulo desde o tempo que fiz algumas cadeiras na faculdade de educação ou deveria chamar de centro de estudos foucaultianos?, por causa da natural submissão dos brasileiros diante de teorias européias??? que professor quero ser ou posso ser? decidi lembrar meu percurso, o currículo da vida: com cheguei a ser o que sou? Lia muito fora das aulas e isto me deu um razoável vocabulário para me expressar oral e por escrito e, também, para gostar de imaginar coisas que os outros não tinham feito ainda। Liderar requer a capacidade de imaginar em um bom grau. Assim, minhas aulas têm muita leitura, até que os alunos sintam-se cansados! Poderia pesquisar a formação de outras pessoas, como artistas e empresários, que conseguiram um destaque bem maior do que eu. Esta seria a metodologia ideal para alguém que se entitule um pesquisador da educação. O resto é ou ignorância, ou P.S.: Cada professor deve, também, perguntar-se: quais conteúdos ainda lembro do tempo do colégio? A resposta: poucos, o que mostra que não devemos ser tão exigentes com os conteúdos, mas a forma, isto é, não com as respostas, mas a busca por elas!

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