sexta-feira, 23 de maio de 2008

Brasil: independência ou... de joelhos?

Até quando importaremos pensamentos? Nossos pedagogos bajulam o Foucault da França, nossos físicos, Einstein, nossos pseudo-filósofos, Kant e Wittgenstein, até quando? Até quando precisaremos de bengalas para pensar? O que falta para estimularmos nossos acadêmicos – alunos e professores – a terem idéias próprias? Pois, hoje, não passam de duques e “sir” com aqueles títulos todos de mestre e doutor! Estimular nossos aterem idéias próprias mesmo que sejam só sonhos, pois sonhar é uma maneira se libertar, de ser feliz !

Um comentário:

Anônimo disse...

https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5950756492607727476&postID=2981935986611933782&page=1&pli=1
----------

um camarada europeu me indicou seu trabalho questionando nossa noção sobre oq é o tempo. Eu, este camarada, mais um bando de maluco praticante de alquimia chinesa (dao yin -retorno à fonte/feminino), trocamos idéias sobre stuff! :D :D no blog do maluco genial de miniapolis, drew hempel! :D

lá a parada passa por tudo que o genial drew peida em textos, mas o seu trabalho vai um pouco de encontro com a idéia de que o tempo é atrelado sempre ao espaço, tornando-o nada absoluto, sendo tosco. sem contar que do meu lado eu pesquei que a música chinesa (assimétrica nos intervalos e náo simétrica como a nossa que cria o comma de pitágoras, por exemplo) é uma prova empirica contra o principio de anel comutativo na raiz da matemática, e o drew fez mais, ele demosntrou como arquitas viabilizou o milagre grego deturpando esse "fato" musical daoísta!


legal seu livro!

qualquer coisa drop um email ai véio!

inté!