sexta-feira, 23 de maio de 2008

Brasil: independência ou... de joelhos?

Até quando importaremos pensamentos? Nossos pedagogos bajulam o Foucault da França, nossos físicos, Einstein, nossos pseudo-filósofos, Kant e Wittgenstein, até quando? Até quando precisaremos de bengalas para pensar? O que falta para estimularmos nossos acadêmicos – alunos e professores – a terem idéias próprias? Pois, hoje, não passam de duques e “sir” com aqueles títulos todos de mestre e doutor! Estimular nossos aterem idéias próprias mesmo que sejam só sonhos, pois sonhar é uma maneira se libertar, de ser feliz !

domingo, 27 de abril de 2008

Um manual da vida?

Se fossem escrever um conjunto de regras sobre como entender e se realizar como um ser humano, deveriam ser em um pequeno número e fáceis de entender:
1 - você é parte do universo;
2 - tudo segue o estímulo mais forte, que pode estar fora ou dentro de você;
3 - nossos atos estão fundados em experiências intensas anteriores, agradáveis ou desagradáveis.
4 - a pessoa que amaremos mais do que outras tem as características daquelas pessoas que amamos no passado;
5 – tudo está relacionado em uma série de causas e efeitos, que podem ser previstas ou apenas remediadas.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Educação: parte 3

Modismos à parte protagonizados por pseudo-intelectuais que há muitos anos estão longe das salas de aula do ensino médio, listo abaixo alguns objetivos da educação independente se vivemos em capitalismo ou socialismo, sob uma escola progressista ou conservadora:

1- educar é conter os instintos e abrir espaço para a razão, independente se você acredita que a razão seja algo distinto dos instintos ou, como eu acredito, um tipo de instinto;
2- respeito mútuo. Um aluno conversar enquanto o professor fala é inaceitável e um professor falar enquanto um aluno está expondo suas idéias, também o é.
3- Uma pessoa deve ser capaz de falar sobre muitas questões que cercam sua vida, sua família, seu país, seu planeta, seu universo. Quanto mais ampla é a educação, menos ignorantes seremos. A especialização vem posteriormente, embora acreditemos que um ser que se especializa é um ser incompleto. Mas, tudo bem, desde que venha depois da educação “geralizada”.

domingo, 30 de março de 2008

Creacionismo ou evolucionismo? Os dois ou nenhum.


Tenho presente que a busca da verdade repousa em uma média entre as opiniões alheias। Assim, há uma lacuna em como explicar o surgimento do universo – ele surgiu de uma mutação? De outra parte, as pessoas ligadas a esta questão não se deram conta ainda de que não há nada físico que possamos chamar de “espécie”! Ter o mesmo número de cromossomos na célula, os ratos brancos e o macaco rhesus têm o mesmo número। Seres que se reproduzem entre si e que originam descendentes férteis? Sim, mas o que há de comum entre estes seres, exceto que são muito parecidos? E “parecidos”, o que significa? Diferentes, com alguma característica... parecida. Se víssemos duas galáxias se fundindo de um modo que uma se encaixa na outra, diríamos que elas são da mesma espécie? Dizer que o sexo é algo planejado é ir contra a teoria da evolução: quantas bactérias não fracassaram em tentar injetar seu RNA ou Dna em outras? Foi acidental o surgimento do sexo.


Além disso, nós “humanos” que temos uma forma p-a-r-e-c-i-d-a saímos de uma mesma fôrma? Devemos repensar a teoria da evolução sem espécies.
A grande prova da teoria da evolução não será, em nosso humilde entendimento, um olhar para o passado, mas para frente: sabemos de cruzamentos com espécies diferentes em laboratório. Eu, por exemplo, gostaria de ter quatro braços. Se for possível criar novas espécies, é porque é possível que elas sejam criadas naturalmente.

domingo, 23 de março de 2008

Educação: parte 2

Diante de tanta teoria ou terroria que acumulo desde o tempo que fiz algumas cadeiras na faculdade de educação ou deveria chamar de centro de estudos foucaultianos?, por causa da natural submissão dos brasileiros diante de teorias européias??? que professor quero ser ou posso ser? decidi lembrar meu percurso, o currículo da vida: com cheguei a ser o que sou? Lia muito fora das aulas e isto me deu um razoável vocabulário para me expressar oral e por escrito e, também, para gostar de imaginar coisas que os outros não tinham feito ainda। Liderar requer a capacidade de imaginar em um bom grau. Assim, minhas aulas têm muita leitura, até que os alunos sintam-se cansados! Poderia pesquisar a formação de outras pessoas, como artistas e empresários, que conseguiram um destaque bem maior do que eu. Esta seria a metodologia ideal para alguém que se entitule um pesquisador da educação. O resto é ou ignorância, ou P.S.: Cada professor deve, também, perguntar-se: quais conteúdos ainda lembro do tempo do colégio? A resposta: poucos, o que mostra que não devemos ser tão exigentes com os conteúdos, mas a forma, isto é, não com as respostas, mas a busca por elas!

o fim do pós-moderno.

há... quanta gente daria a vida para saber qual é o próximo modismo depois do pós-modernismo! É que elas cansam de manter-se coerentes com uma mesma idéia, como algumas pessoas cansam de serem monogâmicas!Os pós-modernos são defensores do caos, mas brigam quando seus celulares dão pane! E sobre as verdades? se fizermos uma média entre a minha e a tua verdade, chegaremos, sim, a uma mesma verdade!

sábado, 22 de março de 2008

Por que proibimos as manifestações nazistas se a igreja católica fez a mesma coisa e continua impune?


A resposta é óbvia, eu sei, eles venceram e os vencedores não são punidos, assim como, os Estados Unidos não foram punidos e nem proibidos de terem armas de destruição em massa, apesar de ele terem jogados bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki.

A igreja católica, já chegou ao poder e mostrou que estando lá, ela se torna onipotente e totalitária. Não vejo sinceridade nas palavras do papa: ele diz que aceita a pluralidade de religiões, mas defende que é a dele que representa o Deus verdadeiro, adubo para fertilizar o solo que gerou as desgraças das Cruzadas que destruíram a cultura islâmica deixando aqueles povos nas mãos de fanáticos e, também, os tribunais de Inquisição, que queimavam vivos aqueles que pensavam diferente, grande crime!
Eles já sentiram o gosto de sangue e se puderem vão voltar a experimentá-lo!